Pular para o conteúdo principal

Fisioterapia e Hidroterapia em cães: Solução para dor e reabilitação

Você já parou para observar a alegria pura de um cão correndo e brincando? 

Ilustração em quadrinhos sobre reabilitação veterinária canina com cenas de hidroterapia e fisioterapia para cães, destacando benefícios como fortalecimento muscular, alívio da dor, melhora da circulação e recuperação pós-cirúrgica.

O movimento é a essência da vida canina, mas infelizmente, com o tempo, acidentes, doenças ou mesmo o envelhecimento podem roubar essa vitalidade, transformando passos leves em marchas hesitantes e limitando a brincadeira a um sonho distante. 

A dor e a dificuldade de locomoção são desafios que nenhum tutor deseja ver em seu companheiro.

No passado, as opções eram limitadas. 

Hoje, a medicina veterinária evoluiu exponencialmente, e com ela, surgiram tratamentos revolucionários que não apenas aliviam a dor, mas resgatam a capacidade de movimento e, acima de tudo, a qualidade de vida do seu pet. 

Se você está buscando uma solução eficaz, não invasiva e com resultados comprovados para ajudar seu cão a se recuperar de uma cirurgia, a manejar uma condição crônica ou simplesmente a envelhecer com dignidade, você acaba de encontrar.

Estamos falando da Fisioterapia e Hidroterapia em Cães duas áreas da reabilitação veterinária que se complementam e oferecem um leque de benefícios que vão muito além do alívio momentâneo. 

Aqui, você descobrirá como essas técnicas funcionam, em que casos são indispensáveis e, o mais importante, como elas podem ser o caminho para que seu melhor amigo volte a abanar o rabo com vigor, caminhar sem mancar e aproveitar cada dia com o máximo de conforto e felicidade. 

Prepare-se para conhecer o segredo de uma vida canina mais longa, saudável e ativa!


O que é fisioterapia veterinária e por que ela é essencial?

A Fisioterapia Veterinária é uma especialidade que aplica princípios e técnicas de reabilitação física para tratar disfunções músculo-esqueléticas e neurológicas em animais, principalmente cães. 

Ilustração em quadrinhos educativa sobre fisioterapia veterinária para cães, mostrando profissionais explicando técnicas de reabilitação como exercícios terapêuticos, eletroterapia, termoterapia e laserterapia, com foco em aliviar dor, restaurar função e melhorar qualidade de vida.


Seu principal objetivo é restaurar a função normal, aliviar a dor, prevenir lesões secundárias e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Não se trata apenas de "massagem", mas de um conjunto de procedimentos baseados em ciência, que incluem cinesioterapia (exercícios terapêuticos), eletroterapia, termoterapia, laserterapia, e mais. 

Assim como nos humanos, o tratamento é sempre individualizado, desenhado por um veterinário especializado em reabilitação após uma avaliação minuciosa.


Quais são as principais indicações da fisioterapia em cães?

A abrangência da fisioterapia é vasta. Qualquer condição que afete o movimento ou cause dor pode se beneficiar.

Condições ortopédicas (Ossos e articulações):

  • Pós-cirúrgico: Crucial para acelerar a recuperação após cirurgias como correção de ruptura de ligamento cruzado (CCL) ou fraturas. Ajuda a recuperar a força muscular e a amplitude de movimento.

  • Osteoartrite/Artrose: Condição degenerativa comum, especialmente em cães idosos ou de raças grandes. A fisio gerencia a dor e mantém a flexibilidade articular.

  • Displasia coxofemoral e de cotovelo: Ajuda a fortalecer a musculatura de suporte, diminuindo a sobrecarga nas articulações afetadas.

  • Luxação de patela: Fortalecimento muscular para estabilização.


Condições neurológicas (Medula e nervos):

  • Hérnia de disco: Uma das indicações mais comuns. A reabilitação é vital para cães com paralisia ou dificuldade de locomoção causada pela compressão da medula espinhal.

  • Mielopatia degenerativa: Embora incurável, a fisioterapia retarda a progressão e mantém a qualidade de vida.

  • Traumas na m,edula espinhal ou nervos periféricos: Reaprendizagem de padrões de movimento e estimulação nervosa.


Outras indicações:

  • Geriatria: Manter a mobilidade e o conforto de cães idosos.

  • Controle de peso e condicionamento: Exercícios específicos para perda de peso e preparo físico de cães atletas.


Hidroterapia canina: O Poder curativo da água

Dentre as técnicas mais importantes da reabilitação, a Hidroterapia em Cães se destaca. 

Ilustração educativa sobre hidroterapia canina mostrando um cão em piscina terapêutica com explicações dos benefícios da água, incluindo empuxo para reduzir impacto, resistência para fortalecer músculos, pressão hidrostática para diminuir inchaço e temperatura morna para aliviar dor.


Ela utiliza a água como um ambiente terapêutico, sendo realizada principalmente em esteiras aquáticas (Underwater Treadmill) ou piscinas específicas para cães.


Como a hidroterapia no cão acelera a recuperação e diminui a dor?

O sucesso da hidroterapia reside nas propriedades físicas da água, que oferecem benefícios únicos que não podem ser replicados em solo firme:

  1. Flutuação (Empuxo): A água sustenta o peso do cão, reduzindo o impacto e a pressão sobre articulações doloridas e inflamadas (como as afetadas pela artrose). Isso permite que o cão se mova com mais liberdade e menos dor. Por exemplo, um cão pode ter seu peso corporal percebido reduzido em até 60% quando a água está na altura do seu ombro.

  2. Resistência: A água oferece uma resistência natural ao movimento, o que significa que cada passo se torna um exercício de fortalecimento suave, mas eficaz, sem os riscos de lesão de exercícios intensos em terra.

  3. Pressão hidrostática: A pressão da água ajuda a reduzir o inchaço (edema) nas extremidades e melhora o retorno venoso.

  4. Temperatura: Em esteiras aquáticas controladas, a água morna ajuda a relaxar os músculos tensos, aumenta a circulação sanguínea na área e promove o alívio da dor.


Esteira aquática ou natação: Qual é o melhor para o meu cão?

  • Esteira aquática (Underwater treadmill): É o método mais controlado e, geralmente, o preferido na reabilitação. Permite que o terapeuta ajuste com precisão a altura da água (variando o grau de flutuação e suporte), a velocidade da esteira (controlando a intensidade do exercício) e a temperatura. É ideal para cães que precisam reaprender o padrão de marcha (como em casos neurológicos) ou que estão em recuperação pós-cirúrgica, pois o passo é mais natural e seguro.

  • Natação em piscina: Excelente para condicionamento físico e para aumentar a amplitude de movimento articular, pois o cão não toca o chão e precisa usar toda a musculatura para se manter à tona. É ótima para cães atletas ou para aqueles que precisam de um alto gasto calórico, mas exige mais cuidado em casos ortopédicos graves, devido à dificuldade em controlar o movimento.


Técnicas de fisioterapia: Um arsenal contra a dor e imobilidade

Além da hidroterapia, a fisioterapia veterinária utiliza uma vasta gama de técnicas e equipamentos de ponta para otimizar os resultados.

Quais são as técnicas mais utilizadas na fisioterapia canina?

  • Cinesioterapia (Exercícios terapêuticos): O pilar da reabilitação. Inclui exercícios de alongamento passivo, exercícios ativos assistidos, exercícios de fortalecimento com pesos (manguitos), uso de bolas e pranchas de equilíbrio (propriocepção). O objetivo é restaurar a amplitude de movimento (ROM), aumentar a massa e a força muscular e melhorar o equilíbrio e a coordenação.

  • Laserterapia (Laser de baixa intensidade): Uma técnica não invasiva que usa luz para estimular a regeneração celular, acelerar a cicatrização de tecidos, reduzir inflamação e proporcionar potente alívio da dor. É fantástica para feridas, pontos pós-cirúrgicos e articulações inflamadas.

  • Eletroterapia:

    • TENS (Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea): Utiliza correntes elétricas suaves para bloquear a transmissão do sinal de dor ao cérebro (analgesia).

    • NMES (Estimulação Elétrica Neuromuscular): Aplica correntes que causam contração muscular, sendo essencial para prevenir a atrofia (perda de massa muscular) em membros paralisados ou imobilizados e para fortalecer músculos específicos.

  • Massoterapia: Aplicada para relaxar a musculatura, aliviar pontos de gatilho (contraturas), melhorar a circulação e preparar o tecido para exercícios.

  • Termoterapia (Frio e Calor): O uso de compressas quentes ou frias. O gelo é usado no início de uma lesão (fase aguda) para reduzir a dor e a inflamação, enquanto o calor é aplicado antes dos exercícios para relaxar os músculos e aumentar a flexibilidade.


Como a fisioterapia ajuda na reabilitação neurológica?

Em casos neurológicos, como a hérnia de disco que causa paralisia, a fisioterapia é a maior esperança de recuperação. O foco é duplo:

  1. Estimulação nervosa e muscular: A eletroterapia (NMES) mantém a musculatura viva enquanto o nervo se recupera, impedindo a atrofia.

  2. Reeducação da marcha e propriocepção: Com o uso da esteira aquática e exercícios em solo com obstáculos, o cão é ensinado a "lembrar" como mover as patas corretamente. O treino de propriocepção (a consciência do corpo no espaço) é vital, pois a lesão neurológica muitas vezes faz com que o cão não sinta onde a pata está.


Fisioterapia e Hidroterapia: Do início à recuperação


Infográfico em quadrinhos sobre fisioterapia e hidroterapia veterinária para cães, mostrando etapas da recuperação como avaliação inicial, plano individualizado, execução das sessões, exercícios em casa e reavaliações, com veterinários e tutores acompanhando o processo até a recuperação completa.


  1. Avaliação inicial e diagnóstico: O veterinário fisiatra faz uma avaliação completa, que inclui a análise da marcha, a medição da massa muscular (importante para documentar a atrofia), a amplitude de movimento de cada articulação e a avaliação neurológica. O diagnóstico preciso (feito pelo veterinário clínico ou cirurgião) é a base de todo o plano.

  2. Plano de reabilitação individualizado: Com base na avaliação, o fisiatra elabora um protocolo que detalha a frequência das sessões, as técnicas a serem usadas (eletroterapia, laser, hidroterapia, etc.) e os exercícios.

  3. Execução das sessões: As sessões são realizadas por profissionais treinados, geralmente em clínicas especializadas. A duração e a frequência variam de 2 a 5 vezes por semana, dependendo da gravidade e da fase da lesão.

  4. Exercícios em casa: O sucesso do tratamento passa pelo tutor. O fisiatra orientará exercícios simples (alongamentos, leves caminhadas) para serem feitos diariamente em casa, garantindo a continuidade do progresso.

  5. Reavaliações: O plano é dinâmico e precisa ser ajustado à medida que o cão evolui. Reavaliações regulares garantem que a intensidade e os tipos de exercícios sejam adequados ao estágio atual de recuperação.


Estatísticas e autoridade: Por que investir na reabilitação canina?

Estudos científicos comprovam a eficácia da reabilitação veterinária. 

Uma pesquisa sobre a recuperação pós-cirurgia de Ligamento Cruzado Cranial (LCC) demonstrou que cães submetidos a um protocolo de fisioterapia e hidroterapia apresentaram retorno ao suporte de peso total até 40% mais rápido do que aqueles que receberam apenas cuidados domiciliares.

Adicionalmente, no manejo da Osteoartrite, o tratamento multimodal que inclui fisioterapia demonstrou ser muito superior à medicação isolada, pois, além de aliviar a dor (função da medicação), ele melhora a força muscular e a função articular, tratando a causa da incapacidade e não apenas o sintoma.

  • Curiosidade: Raças de grande porte, como Labrador e Golden Retriever, têm alta predisposição à Displasia Coxofemoral. A fisioterapia, iniciada precocemente, é um dos principais fatores para retardar a progressão da doença e evitar a necessidade de cirurgias complexas mais tarde na vida.


FAQ - Perguntas Frequentes sobre fisioterapia em cachorros

1. Meu cão vai sentir dor durante a sessão de fisioterapia?

Resposta: Não. O objetivo principal da fisioterapia é aliviar a dor. As técnicas são aplicadas com cuidado e a intensidade é ajustada ao limite de conforto do animal. Em casos agudos ou muito dolorosos, o veterinário pode ajustar a medicação antes da sessão. A hidroterapia, em particular, é muito confortável devido ao efeito analgésico da flutuação e da água morna.


2. Quanto tempo dura o tratamento de Fisioterapia e Hidroterapia?

Resposta: A duração é totalmente dependente da condição. Uma recuperação pós-cirúrgica simples pode levar de 8 a 12 semanas. Já condições crônicas, como a artrose, exigem um manejo a longo prazo, com sessões regulares para manter a qualidade de vida. O fisiatra irá estipular um prazo inicial e ajustá-lo com base na evolução.


3. Posso fazer a fisioterapia em casa, sozinho?

Resposta: Somente com orientação. Exercícios simples, como alongamentos e massagens, podem e devem ser feitos em casa, conforme as instruções do profissional (Home Care Program). No entanto, técnicas avançadas como laserterapia, eletroterapia e hidroterapia em esteira exigem equipamentos específicos e o conhecimento técnico de um veterinário fisiatra para serem aplicadas com segurança e eficácia. Fazer por conta própria pode piorar a lesão.


4. Meu cão precisa saber nadar para fazer hidroterapia?

Resposta: Não é obrigatório, especialmente se for utilizada a esteira aquática. O cão fica com os pés no chão da esteira, e a altura da água é ajustada para dar suporte. Em piscinas, o cão usa um colete salva-vidas e é sempre acompanhado pelo terapeuta, que o apoia e orienta o movimento.


Conclusão: Dê o presente do movimento ao seu melhor amigo

A Fisioterapia e Hidroterapia em cães transcendeu a ideia de tratamento auxiliar e se consolidou como uma peça fundamental na medicina veterinária moderna. 

É o caminho mais seguro e eficaz para garantir que seu cão, independentemente da idade ou da condição de saúde, possa desfrutar da vida com o máximo de conforto, força e mobilidade.

Se você notou qualquer sinal de dor, mancar, hesitação ao subir escadas, ou se o seu pet está se recuperando de um procedimento cirúrgico, não perca tempo. Cada dia de dor é um dia a menos de felicidade plena para o seu amigo.


Não deixe a dor limitar a alegria do seu cão!

Seu pet merece o melhor cuidado e uma vida ativa e feliz. 

Agende agora uma avaliação inicial com um veterinário especialista em reabilitação canina na sua região! 

Descubra o plano de tratamento ideal, que pode incluir Fisioterapia e Hidroterapia, e comece a ver os resultados que vão transformar a vida do seu melhor amigo.


Sugestão de Link Interno

Leia também nosso artigo sobre:

Melhore a saúde articular do seu cachorro com Condroitina

Suplementos naturais: O segredo para cachorros saudáveis

Articulações e mobilidade: Como aliviar a dor da artrite canina

Guia completo para cuidar do seu cão idoso na terceira idade

Doenças comuns em cães idosos: guia de sinais de alerta que todo tutor precisa saber

Anti-inflamatórios para Cachorros: Tudo o que você precisa saber

Veja também...

Cachorro pode comer colorau? Entenda os riscos e cuidados

Cachorro pode comer colorau? Entenda os riscos e cuidados

A preparação de uma alimentação natural ou o hábito de compartilhar um pedaço da comida caseira com o pet geram muitas dúvidas frequentes nos tutores.  Entre os ingredientes mais comuns da culinária brasileira, o colorau costuma aparecer nas panelas e desperta curiosidade sobre a sua segurança para os animais.  Afinal, adicionar esse condimento na receita do cachorro é permitido ou pode prejudicar a saúde do animal? Compreender quais temperos entram na dieta canina é indispensável para evitar problemas digestivos e garantir o bem-estar do seu companheiro de quatro patas.  O organismo dos cães funciona de maneira diferente do nosso, o que significa que condimentos inofensivos para humanos podem causar reações adversas graves nos pets. Neste artigo, você vai descobrir se o cachorro pode comer colorau, quais são os impactos reais desse ingrediente no organismo canino e quais alternativas seguras existem para dar mais sabor à com...
Plantas venenosas para cachorro: 21 espécies e cuidados

Plantas venenosas para cachorro: 21 espécies e cuidados

Plantas venenosas para cachorro incluem azaleia, jiboia, comigo-ninguém-pode, mamona e cica. O risco varia conforme a espécie, a parte ingerida e a quantidade. Algumas causam irritação local; outras podem afetar o coração ou o fígado. Identificar a planta corretamente é essencial. Se o cachorro mastigou uma planta suspeita, afaste-o dela e contate um médico-veterinário. Não espere os sintomas aparecerem e não ofereça remédios caseiros nem provoque vômito por conta própria. Leve uma foto da planta e informe o horário e a quantidade estimada da exposição. Conteúdo informativo revisado em 19/10/2026 com base nas referências indicadas em cada seção. A lista ajuda na prevenção e não substitui avaliação veterinária nem identificação botânica profissional. 21 plantas que exigem cuidado em casas com cães Nomes populares variam entre regiões. Use o nome científico para confirmar a identificação. As imagens são ilustrativas e não bastam para reconhecer uma planta com segurança. 1. Azaleia (Rho...
Temperos que cachorro pode comer: cuidados e o que evitar

Temperos que cachorro pode comer: cuidados e o que evitar

Cachorro não precisa de temperos para ter uma alimentação completa. Algumas ervas culinárias, como alecrim, coentro, manjericão e tomilho, são classificadas como não tóxicas, mas isso não significa que qualquer quantidade ou preparação seja adequada. Alho, cebola e cebolinha devem ficar fora da comida do cão. Este guia foi revisado em 19/10/2026. O objetivo é explicar os cuidados com ingredientes comuns; ele não fornece doses terapêuticas nem substitui uma receita formulada por médico-veterinário. Quais temperos cachorro pode comer? O alimento deve ser completo, balanceado e apropriado à fase de vida e à saúde do animal. Quem oferece dieta caseira precisa de uma formulação individual: adicionar ervas não corrige deficiências nutricionais. Fonte: VCA — alimentação de cães . Para ervas, confirme a espécie, a composição do produto e se a inclusão é apropriada para o seu cão. A classificação de uma planta como não tóxica não comprova benefício terapêutico nem estabelece uma dose segura de...
SAIBA MAIS SOBRE COMO TOSAR CACHORRO

SAIBA MAIS SOBRE COMO TOSAR CACHORRO

Chegou o verão, temperaturas altíssimas, e quem tem cãozinho peludo pensa: Será que é hora de tosar ? Todas as raças podem ser tosadas?   O QUE É TOSAR? Tosar é o ato de aparar, cortar ou tosquiar o pelo do seu cãozinho. Alguns tosam por estética, porém existem tosas para higiene ou simplesmente limpeza. QUAIS RAÇAS PRECISAM TOSAR? Alguns cães têm crescimento dos pelos infinitos e precisam de tosas frequentes pois seus pelos não param de crescer. Tosas para Shih-tzu, Poodle, Cocker Spaniel Americano, Cocker Spaniel Inglês e raça Lhasa Apso são raças que necessitam de tosa mais frequente e podem fazer em torno de 45 dias. Algumas raças como: Yorkshire, Schnauzer e Westie a tosa é realizada a cada 2 ou 3 meses. Um fato interessante é que os pelos são isolantes térmicos, além de concentrar o calor no corpo do cachorro (no inverno) ele também evita que o cachorro absorva muito calor (no verão). Nem todos os cães devem ser tosados e quando recomendado, a tosa deve...
Quanto custa um Golden Retriever? Preço e custo mensal

Quanto custa um Golden Retriever? Preço e custo mensal

O preço de um Golden Retriever varia bastante: não existe uma tabela nacional. Em páginas comerciais consultadas em 19/10/2026, encontramos um anúncio a partir de R$ 2.397 e um criador que descreve valores de mercado entre R$ 7.000 e R$ 15.000. São referências pontuais de anunciantes, não uma média comprovada nem garantia de qualidade. Além da compra, reserve um orçamento mensal e uma reserva para emergências. Quanto custa um filhote de Golden Retriever? O valor depende da ninhada, região, documentação, avaliações de saúde e serviços incluídos. O preço anunciado pode mudar, ter condições específicas e excluir despesas adicionais. Solicite um orçamento detalhado e conheça a criação antes de decidir. Golden Prime : a página consultada anuncia macho por R$ 2.397 e fêmea por R$ 2.797; informa pedigree e microchip como opcionais na seção de preços. Golden Feet : descreve uma faixa de mercado de R$ 7.000 a R$ 15.000 e pede contato para a cotação da própria ninhada. Esses exemplos mostram po...
Entendendo as reações alérgicas cutâneas em cachorros

Entendendo as reações alérgicas cutâneas em cachorros

As reações alérgicas cutâneas são um problema comum em cães e afetam muitas raças diferentes.  Embora não existam dados estatísticos precisos sobre a prevalência de alergias em cães, sabe-se que cerca de 10% a 20% dos cães sofrem de algum tipo de alergia. Desses, cerca de 20% a 30% têm alergias cutâneas. Algumas raças caninas parecem ter uma predisposição genética para alergias cutâneas, incluindo: West Highland White Terrier Boxer Bulldog Inglês Shar-Pei Dálmata Labrador Retriever Cocker Spaniel Americano Golden Retriever Pastor Alemão Jack Russell Terrier Os diferentes tipos de reações alérgicas cutâneas em cachorros As reações alérgicas cutâneas em cachorros podem ser divididas em três tipos principais:  Dermatite de contato; Dermatite atópica; Dermatite alimentar.  A dermatite de contato ocorre quando a pele do cachorro entra em contato com uma substância que causa uma reação alérgica, como produtos químicos, plantas ou materiais sintéticos.  A dermatite atópica ...
Cão idoso: checklist de cuidados, alimentação e conforto

Cão idoso: checklist de cuidados, alimentação e conforto

Cuidar de um cão idoso exige observar mudanças, adaptar a casa e manter acompanhamento veterinário individual. Dor, perda de peso, desorientação e dificuldade para se mover não devem ser atribuídas automaticamente à idade. Este guia organiza uma rotina de observação e conforto; os artigos relacionados aprofundam doenças e tratamentos específicos. Revisão editorial: 19/10/2026. Referência geral: diretrizes de cuidados de animais idosos da AAHA . O plano deve ser adaptado pelo médico-veterinário ao histórico de cada animal. Quando um cachorro é considerado idoso? Não existe uma idade única para todos. Porte, raça, expectativa de vida e condições de saúde influenciam a avaliação. Cães grandes e gigantes costumam precisar de atenção ao envelhecimento mais cedo. Converse com o veterinário sobre a fase de vida do seu cão, em vez de decidir apenas por um aniversário ou por pelos brancos. Checklist da rotina diária Ao acordar: observe se ele se levanta, caminha e se acomoda como de costume. ...
Conheça as raças de cães extintas e ameaçadas de extinção.

Conheça as raças de cães extintas e ameaçadas de extinção.

Os cães têm sido nossos fiéis companheiros ao longo de milhares de anos, desempenhando papéis essenciais em nossa história e cultura.  No entanto, ao longo do tempo, algumas raças caninas, antes populares e valorizadas, enfrentaram um triste destino, levando à sua extinção.  Paralelamente, outras raças ainda existem, mas lutam para sobreviver, correndo o risco de desaparecer para sempre. Neste contexto, exploraremos o fascinante mundo das raças de cães extintas e com risco de extinção.  Mergulharemos em suas histórias únicas, características marcantes e a importância de preservar a diversidade genética para garantir o futuro desses magníficos animais.  Desde cães de trabalho especializados até companheiros afetuosos, cada raça possui uma jornada única que merece ser conhecida e valorizada. Junte-se a nós nessa jornada pela história e pelas peculiaridades dessas raças caninas que enfrentam desafios para permanecerem presentes em nosso mundo.  Descubra o valor de ...
Cachorro do Máscara: raça Jack Russell, preço e cuidados

Cachorro do Máscara: raça Jack Russell, preço e cuidados

O cachorro do filme O Máscara é um Jack Russell Terrier. Conhecido como Milo na versão original, ele popularizou a imagem desse cão pequeno, ativo e inteligente. Antes de buscar um filhote, conheça o temperamento, a rotina de exercícios e os custos de criação da raça. O Jack Russell Terrier é uma raça de cães pequenos, mas não deixe que o seu tamanho engane você, pois eles são cheios de energia e sempre prontos para a aventura. Esta raça é conhecida por sua personalidade alegre, corajosa e inteligente. O Cachorro do Máskara é um exemplo perfeito desse espírito aventureiro e lealdade, sempre buscando agradar seu dono e se divertir ao mesmo tempo. Se você está procurando um cão amigo fiel e cheio de vida, o Jack Russell Terrier é a escolha certa. A origem da raça Jack Russell Terrier Esta raça de cachorro tem suas origens na Inglaterra do século XIX. O Reverendo John Russell, um amante de caçadas, criou a raça para ser um cão de caça de raposas. Ele cruzou Fox Terriers com outras raças ...
Blue Heeler: características, cores e cuidados da raça

Blue Heeler: características, cores e cuidados da raça

"Eu cheguei e frente ao portão..." e o Tobias me sorriu latindo. Lá estava ele, o Tobias, o meu fiel companheiro de quatro patas, com olhos brilhantes e uma cauda que balançava freneticamente, como se estivesse esperando por este momento há dias. Sim, ele estava correto. Assim como todos os sobrinhos caninos que temos, com esse lindo Blue Heller não é diferente. Ao abrir o portão, a euforia dele era palpável.  Seu latido animado preenchia o ar, como uma saudação calorosa que me envolvia e dissipava todas as preocupações que eu trouxera do mundo lá fora.  Os olhos do Tobias transbordavam alegria e pura devoção, como se o único propósito da vida dele fosse me receber para realizar o seu passeio semanal. Tobias - "Tutú" ou "Tubião" O passeio já é uma tradição sagrada para nós dois.  Enquanto eu pegava a guia e o peitoral, ele dançava em círculos de empolgação, sua expressão impaciente deixando claro que mal podia esperar para explorar o mundo lá fora....